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Equipe Amparo

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Virginia Vianna

Psicóloga clínica (CRP 12/7205), doula e educadora perinatal, com atuação voltada à saúde mental materna, aos vínculos familiares e ao cuidado emocional no ciclo gravídico-puerperal. Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário CESUSC (UNICESUSC), possui especializações em Psicologia do Puerpério, Teoria do Apego, Terapia de Casal e Sexualidade, além de formação em Cuidado Sistêmico Integral Materno-Infantil. Ao longo de sua trajetória, dedica-se ao acompanhamento de mulheres, casais e famílias nos processos de adaptação e transformação relacionados à conjugalidade e à parentalidade, incluindo experiências de perda gestacional, neonatal e luto perinatal. É criadora e coordenadora da Amparo ao Luto Perinatal, plataforma de acolhimento e ações de sensibilização sobre o luto gestacional e neonatal. Com ampla atuação como doula desde 2014, atualmente também se dedica à formação de doulas e profissionais da área perinatal, sustentando uma prática que integra conhecimento técnico, escuta sensível e cuidado humanizado. Fundadora da Associação de Doulas de Santa Catarina (ADOSC), atuou como vice-presidente e diretora da associação, participando ativamente do movimento de humanização do parto e nascimento em Santa Catarina e no cenário nacional. A partir de uma maternidade vivida intensamente, do estudo contínuo e de uma profunda curiosidade sobre o mundo e as relações humanas, sua atuação é marcada pelo compromisso com uma assistência ética, interdisciplinar e profundamente humana, valorizando a singularidade de cada experiência e reconhecendo os contextos familiares e sociais de cada pessoa.

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Sara Ludwig
 

Psicóloga clínica (CRP 12/27364), doula e educadora perinatal, atua junto às experiências da perinatalidade e da parentalidade, acompanhando casais e famílias no ciclo gravídico-puerperal e em processos de luto. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é especialista em Terapias Comportamentais Contextuais, com formação em FAP (Psicoterapia Analítica Funcional), pelo Instituto Ceconte. Integra a equipe da Amparo ao Luto Perinatal, onde realiza mediações grupais com famílias enlutadas, campanhas de sensibilização, oficinas para profissionais e desenvolve trabalhos sobre luto perinatal a partir de uma perspectiva crítica de gênero. Feminista, atua com foco na promoção da saúde mental das mulheres, desenvolvendo em sua prática clínica atendimentos relacionados à perinatalidade, parentalidade, lutos, relacionamentos abusivos, comportamento alimentar e relações familiares, entre outros temas. Também atua como psicóloga na Política de Assistência Social, com foco na promoção dos direitos humanos e no acompanhamento familiar no CRAS, especialmente junto à população imigrante e a mulheres. No campo da pesquisa acadêmica, possui experiência nas áreas de perinatalidade, saúde pública, sexualidade e violência de gênero, com interesse em Políticas Públicas e Direitos Humanos. É organizadora do Simpósio Catarinense de Sensibilização ao Luto Perinatal e da campanha Maio Furta-Cor, voltada à promoção da saúde mental materna. Também ministra aulas e palestras sobre luto perinatal e saúde mental no ciclo gravídico-puerperal em contextos hospitalares, clínicos e sociais.

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Juliana Mendonça
 

Psicóloga clínica (CRP 12/27446) e educadora perinatal, é graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pós-graduanda em Psicologia Perinatal e da Parentalidade pelo Instituto MaterOnline de Psicologia. Também é doula, formada pelo Programa Doulas para Todas, do Instituto de Humanização do Parto e Nascimento. Possui experiência nos contextos escolar, hospitalar e clínico. Para além da formação acadêmica, sua escuta é atravessada por saberes comunitários e experiências coletivas. Nascida e criada entre os saberes populares do litoral catarinense, é bisneta, por parte materna, de parteira e benzedeira de sua comunidade, e neta, por parte paterna, de pescador tradicional. Participou ativamente de movimentos de ocupação urbana organizada, atuando na luta pela construção da Casa de Referência da Mulher e pela garantia de moradia digna para dezenas de famílias no município de Florianópolis. Também exerceu atuação na política institucional universitária como conselheira universitária eleita pelo corpo discente da UFSC. Atualmente, realiza atendimentos a partir da abordagem Histórico-Cultural, buscando acolher e humanizar a experiência materna em toda a sua complexidade singular e social. Sua prática também se dedica à ampliação do debate público sobre o trabalho de cuidado e o enfrentamento da sobrecarga feminina por meio da coletividade. Direciona seus estudos a temas relacionados a gênero, raça, classe e deficiência, orientada pela ética da redução de danos e do cuidado comunitário como horizontes para a produção de saúde. Integra a equipe da Amparo ao Luto Perinatal, espaço em que realiza mediações grupais com famílias enlutadas, campanhas de informação e sensibilização, além de oficinas e formações voltadas a profissionais da saúde.

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Francine Goudel
 

É graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário CESUSC (UNICESUSC), em Florianópolis, e realiza formação em Psicanálise Kleiniana no Instituto Kleiniano de Psicanálise (IKP), em São Paulo. É doutora em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), mestre em Estudos Avançados em História da Arte pela Universidade de Barcelona (UB), na Espanha, pós-graduada em Gestão Cultural pela Universidade Nacional de Córdoba (UNC), na Argentina, e licenciada em Educação Artística — Artes Plásticas pela UDESC. Atua como pesquisadora, curadora de arte, orientadora de artistas e professora. No campo da pesquisa, desenvolve investigações sobre processos de criação, subjetividades e história das sensibilidades artísticas. Ao longo de sua trajetória, participou e desenvolveu projetos voltados à visibilidade de mulheres artistas, práticas coletivas feministas, ações culturais independentes e iniciativas de formação e mediação em arte contemporânea. Sua atuação é atravessada pelo interesse nas dimensões éticas, políticas e subjetivas do cuidado, da escuta e das experiências de transformação. Integra a equipe do Amparo ao Luto Perinatal, onde desenvolve a produção visual e textual da plataforma, além de acompanhar mediações grupais com famílias enlutadas, ações abertas à comunidade e atividades de formação para profissionais.

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